CURSOS PRESENCIAIS
CURSOS PRESENCIAIS
quinta-feira, 5 de abril de 2018
domingo, 2 de julho de 2017
TRABALHANDO COM A HIPNOSE NA CLÍNICA DE SAÚDE
Se
você se interessa por hipnose e deseja se tornar um hipnoterapeuta, saiba que para ser esse profissional é necessário
ir além de buscar os conhecimentos necessários para exercer as técnicas, pois é
preciso ainda estar familiarizado com o processo terapêutico.
A
hipnoterapia é conhecida como um trabalho terapêutico que utiliza de técnicas
da hipnose como principal instrumento para o tratamento de doenças, onde o indivíduo
realiza uma busca por ele mesmo, ou com a ajuda do terapeuta, possuindo assim
solução para diferentes problemas.
Além
disso, é importante lembrar que não existe apenas uma forma de hipnoterapia,
pois cada hipnoterapeuta já vem de uma linha teórica da Psicologia, procurando
usar a hipnose como forma de compreensão do ser humano. Assim, cada processo
terapêutico é muito diferente e consequentemente os seus resultados também.
Saiba mais sobre o que é um hipnoterapeuta
O hipnoterapeuta é um
profissional que realiza uma terapia psicológica e aconselhamento onde procura
tratar diversos tipos de transtornos emocionais e psicológicos, além de muitos
hábitos e sentimentos indesejáveis.
Assim, o objetivo deste profissional
é procurar ajudar seus clientes no processo de encontro de alternativas que
sejam significativas em relação as suas atuais formas de pensar, sentir e agir.
Além disso, o hipnoterapeuta também
procura ajudar diversos clientes a aceitarem mais a si mesmos e os outros,
sendo este um grande efeito quanto ao desenvolvimento pessoal, pois é possível
atingir a libertação do potencial interior.
Com isso, diferente de muitas outras terapias psicológicas, o tratamento de hipnoterapia é
avaliado como uma abordagem em curto prazo em que a mudança pode trazer muitos
benefícios com um número relativamente pequeno de sessões.
Normalmente, na prática, a maioria
dos hipnoterapeutas irá procurar fazer uma combinação de procedimentos
hipnóticos, como o aconselhamento apropriado e outras técnicas terapêuticas. E
mesmo que ocorra qualquer dúvida sobre a combinação de habilidades que serão
utilizadas, o terapeuta deve ser requerido para possa fazer uma explicação da
metodologia que está preferindo.
Muitas pessoas ainda possuem
dúvidas sobre quem pode ser hipnotizado, e a resposta é
praticamente todos. Entretanto, é importante fazer uma observação de que alguns
são mais facilmente hipnotizáveis do que outros, além de depender também de
uma disposição para ser hipnotizado naquele momento.
Além disso, esta vontade própria irá depender de
diversos fatores, além da confiança no terapeuta em questão. Assim, entender qual
é o nível de transe deve ser necessário na intenção de conseguir alcançar um
resultado benéfico, mesmo que ainda haja alguma discordância, pois as maiorias
dos estudiosos concordam que o nível ou a profundidade do transe obtido não
possui nenhum relacionamento com os resultados benéficos que podem ser obtidos.
Dessa forma, a hipnoterapia pode ser considerada
como extraordinária e eficaz. Mas, é necessário que as técnicas corretas estejam
sempre presentes, pois se você estiver no momento certo e com um profissional
adequado, então todos as suas metas poderão ser alcançadas.
Assim, considerando que a hipnoterapia pode ser
utilizada para poder ter um acesso ao potencial interno de uma pessoa, então a
maioria das pessoas que realizam o tratamento com um hipnoterapeuta podem se
beneficiar. Entretanto, não irá depender apenas do potencial ou se a
hipnoterapia está bem posicionada, mas também de recursos internos da pessoa
para que se tenha uma mudança benéfica.
Assim, pode-se dizer que
a capacidade de cura natural do próprio corpo pode ser estimulada pela
hipnoterapia, e consequentemente, os diversos problemas que podem ser passíveis
de hipnoterapia são muitos e variados incluindo problemas, como o stress,
ansiedade, pânico, fobias, hábitos e vícios indesejáveis, perturbações de sono,
falta de confiança e baixa autoestima, medo de ter comunicação em público,
alergias e doenças de pele, enxaqueca e síndrome do intestino irritável, entre
muitos outros problemas.
É importante salientar
também que a hipnoterapia vai além da Medicina, podendo ser muito usada na área
de
Odontologia, Psicologia, na Fisioterapia, na Enfermagem e outras profissões de
saúde.
Assim, o hipnoterapeuta pode ser extremamente útil quando coloca em prática
métodos que podem auxiliar em vários pontos da vida das pessoas, incluindo a saúde
mental e emocional, um melhor bem-estar físico, o trabalho no desenvolvimento
espiritual, na criatividade, na motivação, nas preocupações de negócios, na realização
dos mais diversos objetivos, e muitos outros pontos que pode ser positivos.
SAIBA MAIS SOBRE ESSE ASSUNTO NOS SITES ABAIXO:
FALANDO SOBRE HIPNOSE
A
história da hipnose possui o seu
início nos primórdios das primeiras civilizações, sendo considerada tão antiga
quanto à própria humanidade, onde nas culturas antigas esta prática era usada
como uma forma de cura utilizada pelos sacerdotes.
A
hipnose é conhecida como um estado alterado da consciência que é caracterizado
por ser focada em uma atenção extrema e um profundo relaxamento físico,
permitindo assim o enfoque em relação a abordagem do subconsciente das pessoas.
Sendo
considerado como um fenômeno universal, a hipnose ainda pode ser encontrada na
história da humanidade, passando por diversas culturas diferentes de rituais,
danças, expressões e forças da natureza advinda dos povos civilizados, onde
todos seguiam e procurava um estado de consciência, o famoso transe.
Conheça mais sobre a história da hipnose
Pode-se
dizer que a história da hipnose foi
associada a diferentes ideias, onde ao longo do seu desenvolvimento foram
surgindo diferentes momentos do seu uso e aplicações. Sendo assim, segue abaixo
a utilização do estado hipnótico durante a história da humanidade.
·
Em
1500 A.C. nas culturas antigas, como no Egito, a Hipnose era uma
das formas mais usadas de cura pelos sacerdotes. Entretanto, esta não era
utilizada em termos formais de hipnose, mas sim na utilização de procedimentos
hipnóticos para a cura de diversas dores e doenças.
Assim, a hipnose era utilizada na
antiguidade envolvendo magia, misticismo e religiosidade como os principais
objetivos de cura através da imaginação, profecias, captação de ideias e
mensagens dos deuses.
·
Já
no século XVIII e XX, a hipnose passou por um período de experimentação
cientifica com Franz Mesmer, o qual era um médico austríaco que iniciou os seus
estudos devido ao interesse no magnetismo animal para se obter informações sobre a cura de
dores e doenças.
Entretanto, algum tempo mais tarde, Mesmer
percebeu que o homem também era capaz de captar energia e passou a estudar o
magnetismo humano, onde realizou várias cirurgias e anestesias sobre transe
hipnótico.
Assim, foi desenvolvida a expressão
Mesmerismo, o qual teve um enorme destaque no meio científico e acadêmico, por
mais que tenha alcançado muito sucesso e alguns fracassos. Por fim, Mesmer
acabou sendo descreditado do seu trabalho no meio científico, mas os seus
métodos ainda continuaram a ser utilizados até os dias de hoje.
·
No
caso de James Braid, este era um médico inglês que quando assistiu a uma
cirurgia efetuada por Mesmer com anestesia geral recorrendo
a hipnose se interessou e começou a estudar o processo, reformulando
consequentemente a teoria de Mesmer.
Além disso, por muitos anos a hipnose foi
esquecida e mal interpretada por não ser compreendida na época devido à natureza
e dinâmica dos seus fenómenos.
·
Em
1889 ocorreu o primeiro Congresso Internacional de Hipnose, o qual foi
organizado pelo médico Jean Charcot contando com a participação de vários
especialistas como William James, Lombroso e Sigmund Freud.
A
partir daí diversos livros passaram a ser escritos, onde as revistas
científicas começaram a publicar artigos sobre hipnose. Além disso, William
James ainda incluiu um capítulo sobre hipnose no seu livro Princípios de
Psicologia, e Wilhelm Wundt, o qual é conhecido como o pai da Psicologia como
Ciência, escreveu um livro sobre a hipnose.
·
A
hipnose ainda foi estudada por Milton Erickson, que desenvolveu uma
psicoterapia com diversas definições, principalmente devido as diferentes fases
que viveu, onde até a década de 60, procurou utilizar vários dos conceitos
psicanalíticos para uso e compreensão da hipnose.
Além disso, nas últimas duas décadas da
sua vida, ele ainda desenvolveu uma abordagem de compreensão do ser humano,
onde continha um vocabulário e técnicas como, inconsciente sábio, recursos para
superação dos problemas, aprendizagens automatizadas, transe, técnica de
confusão, sugestões indiretas, entremear, semeadura, mente consciente e mente
inconsciente, utilização de anedotas, metáforas e tarefas.
·
Além
desses, Sigmund Freud, um dos mais conhecidos até os dias de hoje, praticou a
hipnose em seus tratamentos, mas depois de certo período abandonou esta
prática, embora ainda continuasse a tirar proveito das suas descobertas.
Portanto, com a história da hipnose é possível concluir que este é um assunto que
abrange diferentes ideias e opiniões desde a antiguidade, sendo considerado
como um desenvolvimento e fortalecimento de uma verdadeira conexão de alma
entre os seres humanos.
SAIBA MAIS EM
quinta-feira, 9 de junho de 2016
terça-feira, 17 de maio de 2016
CURSO DE HIPNOSE DIAS 21 E 22 DE MAIO 2016 - COPACABANA - RIO DE JANEIRO
PARA FAZER SUA INSCRIÇÃO CLIQUE AQUI
Esse curso pode ser feito por qualquer pessoa independente de seu perfil de graduação. Caso tenha dúvidas envie um e-mail para: isec@isec.psc.br antes de efetivar sua matrícula.
A Hipnose é uma técnica reconhecida pela ciência moderna no tratamento de doenças físicas e psicológicas, ganhando cada vez mais reconhecimento entre os profissionais da área de saúde.
Médicos: no Brasil, em 1999, o Conselho Federal de Medicina emitiu um parecer (nº 42/99) reconhecendo a Hipnose como "uma valiosa prática médica", que pode ser utilizada em diagnóstico e tratamento.
Odontólogos: a prática da hipnose para os Odontólogos está regulamentada pela Lei N º 5.081 de 24/08/66, no art. 6º, par. I-VI
Psicólogos: em 20 de dezembro de 2000, o Conselho Federal de Psicologia reconheceu a Hipnose como um recurso terapêutico (resolução 013/00).
Fisioterapeutas: os Fisioterapeutas, de acordo com o Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional também podem atuar amparados pela RESOLUÇÃO COFFITO nº. 380, de 3 de novembro de 2010. (DOU nº. 216, Seção 1, em 11/11/2010, página 120).
O módulo básico é voltado para quem tem pouco ou nenhum conhecimento sobre a prática da hipnose clínica. Ele é a porta de entrada para a formação em Hipnose Na Saúde: Múltiplas Abordagens que possui quatro módulos.
História e Conceitos da Hipnose
A evolução na história da Hipnose e seus principais conceitos.
Verdades e Mentiras sobre Hipnose - Mitos sobre a Hipnose.
Primeiras Técnicas de Induções.
Práticas de Hipnose I: Auto Hipnose para Ansiedade e Estresse;
Ressignificação das emoções.
Conceitos de auto-hipnose.
Conceitos de ansiedade e estresse: Principais causas e sintomas do estresse.
PARA FAZER SUA INSCRIÇÃO CLIQUE AQUIquarta-feira, 20 de novembro de 2013
Segurança
Por João Oliveira
A
Análise Comportamental possui várias vertentes que podem ser aplicadas no dia a
dia por qualquer pessoa com algum treinamento. Na área de segurança, seja
pública ou privada, se torna uma ferramenta muito útil quando direciona nosso
foco de observação para possíveis agressores e orienta o comportamento que deve
ser seguido para nos sentirmos mais seguros.
O
processo se chama “Leitura Fria” que, nada mais é que a leitura da linguagem
corporal. Sabemos que a nossa comunicação verbal não chega a 30% de tudo que
passamos para o outro. Na verdade, o corpo diz mais sobre o que pensamos e,
como pensamos, do que nossas palavras. Assim, ao observar a movimentação de uma
pessoa, seu gestual ou até mesmo como ele se veste e interage com outras
pessoas no ambiente, teremos informações valiosas sobre seu perfil
comportamental e emocional. Sua intenção pode transparecer antes mesmo que
algum ato possa ser feito e isto facilita a abordagem ao suspeito ou, se for o
caso, contra medidas de afastamento da provável vítima.
A
outra vantagem de ser conhecer bem a Linguagem Corporal dentro da Análise Comportamental
é saber administrar nossas próprias emoções. Controlar é quase impossível,
afinal elas são muito rápidas e, quase sempre, imperceptíveis no início para
quem as manifesta. Com o treinamento adequado uma mudança de postura corporal
pode fazer muita diferença no que sentimos e no que expomos para as pessoas que
nos observam. Uma boa postura muda o estado emocional e informa ao ambiente
externo nossa condição de disposição. Assim controlando nossa comunicação
corporal.
O
olhar deve deixar de ser generalista sobre o plano e cuidar mais dos detalhes.
Um exemplo disto é que, para deixar o corpo mais à vontade, despreocupado,
devemos ao chegar em qualquer lugar desconhecido cuidar de descobrir a
localização de três coisas: banheiros, opções de saídas de emergência e um
local onde exista área livre, onde seja possível “ver o céu”.
O
sistema de alerta do corpo se preocupa, mesmo que de forma inconsciente, com
algumas variáveis no ambiente e, se você cuidar de dar as informações corretas
seus sistemas de defesa irão baixar a guarda e deixar você mais liberado para
aproveitar melhor o local onde se encontra. Isto sempre ocorre, mesmo contra a
nossa vontade, pois a sobrevivência da espécie é algo instintivo, mais forte
que tudo que desejamos ou possuímos.
Tentar
olhar para as pessoas com curiosidade sem, a princípio, muita especulação
também é uma boa forma de fazer uma varredura de segurança. Observar itens específicos
como bonés, casacos com capuz, pessoas que à distância trocam códigos com
olhares. Na verdade parece um manual de paranóia, mas, se feito com
tranquilidade, passa a ser uma rotina que lhe trará bons resultados.
Coisas
bem simples como destacar do grupo tudo que é diferente demais ou igual ao extremo,
ou seja, fora do padrão, ou ainda, tentar perceber incongruências posturais, do
tipo: o sujeito está bem vestido, mas os sapatos estão sujos ou as unhas das
mãos mal cuidadas. Estes cuidados podem trazer alternativas de comportamento de
sua parte que evitarão um possível evento danoso. Claro que é necessário que
você evite movimentos rápidos e giros de 360° no local como se fosse um farol
em alto mar.
Esqueça,
de pronto, todos os estereótipos como: religião, sexo, raça, tatuagens e etc. A
atitude deve ser de total isenção pois, quem deseja praticar um ato violento
planejado, deve ter tido a cautela de ocultar qualquer símbolo que possa denunciá-lo
ou facilitar seu reconhecimento. Somente os iniciantes – às vezes bem mais
violentos que os ditos profissionais - atuam quase que uniformizados para o crime.
Um
treinamento de poucas horas pode fazer muita diferença na vida de qualquer
pessoa. Embora não seja garantia de proteção total, pois, muitas ações são
rápidas e não permitem uma avaliação antecipada. Para as tantas outras que
enfrentamos nas ruas, bares e situações de convívio com muitas pessoas, a boa análise
comportamental serve como uma excelente ferramenta para pessoas comuns e
profissionais de segurança.
domingo, 29 de setembro de 2013
Turma de Análise Comportamental de 28/09/2013
Assinar:
Postagens (Atom)




